Filmes e documentários para assistir na quarentena e conscientização sobre a atual situação ecológica

Alguns documentários e filmes podem ser ótimos para ajudar na conscientização ambiental, e promover uma reflexão sobre os nossos hábitos e consumos. Por isso, selecionamos nesse artigo alguns filmes e documentários para assistir. Alguns estão disponíveis gratuitamente na internet. Prepara a pipoca e bom filme!

Antes do Dilúvio (2016)

Fonte Divulgação

Este documentário foi produzido e narrado por Leonardo DiCaprio e dirigido por Fisher Stevens para o canal National Geographic. É um documentário atual sobre mudanças climáticas.


Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade (2014)

Fonte: Youtube

Cowspiracy é um documentário produzido e dirigido por Kip Andersen e Keegan Kuhn que lida com o impacto da indústria pecuária no meio ambiente. Ele também investiga o papel das organizações nesse sentido. Este documentário também está disponível para visualização no YouTube.


Uma verdade inconveniente (2006)

Fonte: Divulgação

Este documentário é baseado em uma série de negociações que o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, deu para conscientizar sobre o problema das mudanças climáticas e do aquecimento global.


Terra (2007)

Fonte: Divulgação

Este documentário é sobre o planeta e originalmente chamado Terra é dirigido por Alastair Fothergill e Mark Linfield. Documentário muito visual para assistir com a família: Assista no Youtube.


Um oceano de plástico (2016)

Fonte: Divulgação

O que originalmente seria uma investigação sobre a baleia azul, levou o jornalista Craig Leeson a procurar apoio da mergulhadora Tanya Streeter e de um grupo de cientistas no mar para investigar as quantidades de plástico que cobrem o oceano. Assista no Youtube.


Uma rocha estranha (2018)

Fonte: Divulgação

Este documentário da National Geographic analisa os diferentes aspectos da vida na Terra através do olhar de astronautas que passaram longos períodos observando nosso planeta a partir do espaço. Dirigido pelo cineasta Darren Aronofsky e narrado por Will Smith.


Chernobyl (2019)

Fonte: Divulgação

A explosão do reator na usina nuclear soviética em Chernobyl (Ucrânia), em abril de 2006, revelou o perigo que esse tipo de eletricidade e fontes de energia representam para o planeta e as pessoas.

Esta série de ficção, elegantemente feita pela HBO, documenta o que realmente aconteceu e que tipo de negligência desencadeou um dos acidentes mais terríveis da história da humanidade, bem como o papel corajoso dos cientistas que desde o primeiro momento contradizem a versão oficial. Eles ajudaram a parar o desastre.


Sociedade de consumo (2019)

Esta série é sobre consumismo, a geração de lixo e os grandes desafios e riscos que isso gera na sociedade. Maquiagens falsas e prejudiciais, vaporizadores para fumar e móveis da Ikea em uma série de documentários de quatro capítulos disponível na Netflix.


O verdadeiro custo

Fonte: Divulgação

Este é um daqueles documentários que, focando no aspecto social das implicações da compra de uma peça de roupa ou de outra, eliminarão o desejo de comprar compulsivamente.

O meio ambiente é bastante afetado pela enorme quantidade de resíduos gerada pela indústria da moda e pelas emissões do próprio processo de fabricação.

Há mais e mais propostas de baixo custo que nos vendem a ideia de estar na moda a preços do riso, e não há mágica lá. Se é tão barato, é porque no processo alguém está recebendo menos dinheiro do que deveria receber? Existem marcas alternativas que, a preços razoáveis, oferecem roupas de qualidade, garantindo que os envolvidos em sua produção recebam um salário justo. Assista clicando aqui.


Jane

Quem nunca ouviu a história de Jane Goodall ? Neste documentário, podemos aprender mais sobre sua vida emocionante. Além do tema ambiental, através do material inédito descobrimos detalhes de sua vida pessoal.

Gostamos da maneira como Jane lidou com as dúvidas em seu ambiente, acreditou em si mesma e decidiu não ser secretária, mas fazer uma mudança profissional para ser o que ela queria ser. Ele tinha um ótimo trabalho pela frente, sem dúvida, pois não tinha conhecimento inicial.

Sua carta de apresentação era, afinal, que ele gostava de animais e que tinha a ilusão de realizar o projeto proposto. Ele teve que fazer grandes esforços para tornar seus sonhos realidade e colocar seu amor pela natureza em primeiro lugare sua vontade de investigar o que se esperava dela como mulher. Hoje é uma das figuras de conservação mais reconhecidas, admiradas e amadas.


 Extinção de Corrida (2015)

Há quatro anos, Louie Psihoyos denunciou uma realidade que só se intensificou: estamos causando a maior extinção de seres vivos desde o desaparecimento dos dinossauros

Para contar, o diretor aposta em um emocionante thriller de documentário próximo, onde os espectadores embarcam na aventura que pode salvar o planeta. Utilizando as tecnologias mais avançadas, este filme expõe o tráfico de espécies protegidas e provoca evidências da relação entre emissões de dióxido de carbono e extinção em massa de espécies.


 Um oceano de plástico ( A Plastic Ocean , 2013)

Esse está citado duas vezes ou são diferentes? Mesmo nome mas de anos diferentes? Se for regravação acho que vale citar, ou retirar um, enfim….

Oito milhões de toneladas de lixo acabam no oceano todos os anos. 80% desses resíduos são garrafas e sacolas plásticas, que constituem a principal ameaça à flora e fauna marinhas. Nesta rima, em 2050 haverá mais plástico do que peixe nos oceanos.

O documentário Ocean of Plastic  produzido em 20 regiões do mundo após quatro anos de pesquisa, revela o sério impacto que o lixo plástico tem nas águas marinhas. Disponível no Amazon Prime Vídeo.

Como fazer compras a granel

Está aumentando o número de pessoas que estão apostando no sistema de compra e venda que nossos avós costumavam usar: compras a granel. E por isso vamos trazer nesse texto como você pode fazer compras a granel e incorporar na sua rotina esse hábito sustentável.

Comprar a granel é a nova aposta da vez. Significa consumo sustentável.

Quando vamos ao mercado, todos produtos e alimentos como bandejas de carne, peixe e frutas, saquinhos de salsicha, caixas de ovos, conservas, massas e embalagens de vegetais é embalada.

Além de serem embalagens pouco sustentáveis ​​e altamente poluentes, o prazo de validade dessas embalagens, que geralmente são jogadas diretamente no lixo após um único uso, é muito curto. 

Os números mais recentes são alarmantes e indicam que a cada 5 minutos, 2 milhões de toneladas desse resíduo são geradas em todo o mundo. 

Lixo que acaba sendo depositado nas ruas, parques e oceanos, afetando as espécies que os habitam.

No entanto, embora não seja uma tarefa simples, é possível efetuar a compra sem plástico, sem embalagem e sem embalagem descartável. Uma das soluções? A venda a granel.

Vantagens da venda a granel

Várias vantagens em comprar a granel

Ambientalismo

Provavelmente, o motivo mais importante para comprar a granel é parar de usar recipientes de plástico que na maioria das vezes são totalmente dispensáveis. 

Qual é o sentido de colocar duas tangerinas em uma bandeja plástica, embrulhada com mais plástico? 

Comprar a granel é uma ótima opção para eliminar o desperdício, mas é importante levar nossas próprias sacolas de pano, que agora podemos comprar em qualquer lugar, e não usar as de plástico que continuam a oferecer na maioria dos supermercados.

Como nossos pais e avós, mais e mais pessoas estão viajando para o passado para fazer a compra como antes. Ou sejacom suas cestas, copos de ovos e garrafas de vidroAlém de contribuir para a redução de embalagens, esse sistema de compras possui muito mais benefícios, e não apenas para o consumidor. 

Um deles é acabar com o desperdício de alimentos. A compra em peso nos permite levar para casa a quantidade exata de comida que queremos, por menor que seja.

Dessa forma, podemos desfrutar de uma dieta mais fresca, gastar menos dinheiro e evitar jogar alimentos estragados por não comê-los a tempo. Algo especialmente útil para pessoas que moram sozinhas. 

Alimentação mais saudável

A compra em massa permite que você escolha e visualize o produto que vamos consumir, pois não há pacotes que nos impeçam de verificar previamente sua qualidade e condição. 

Geralmente são alimentos crus e sazonais, para aproveitar o melhor de cada estação. A grande maioria são produtos orgânicos provenientes da agricultura agrícola da região, portanto, incentivar essa fórmula de compra se torna um grande apoio ao comércio local

Além disso, ao eliminar o processo de transporte e embalagem, produtores, distribuidores e, claro, o meio ambiente também se beneficiam.

 Zero desperdício

Mais e mais pessoas se juntam a estratégia de “lixo zero”. Um movimento que visa reduzir o número de resíduos que geramos no nosso dia a dia, com o objetivo de melhorar a sustentabilidade, viver sem plástico e buscar alternativas mais ecológicas.

Ajuda local

Embora, como dissemos, os grandes supermercados também comecem a vender a granel, se comprarmos em lojas ou mercados vizinhos, contribuiremos para melhorar a economia local e ajudaremos essas pequenas lojas a sobreviver. 

Economia

Inicialmente, quando vemos os preços de produtos a granel, como nozes, arroz ou macarrão, eles parecem caros. Mas muitas vezes é apenas porque não estamos acostumados a ver o preço por quilo. 

Também deve ser entendido que um produto de proximidade e boa qualidade não custa o mesmo que aqueles que são comprados em quantidades industriais e provêm do outro lado do mundo, por mais absurdo que possa parecer.

Valor justo

Outra vantagem de comprar o peso é que podemos adquirir apenas a quantidade necessária e não sermos obrigados a levar um pacote muito grande de um produto que provavelmente acabará no lixo porque não podemos consumi-lo a tempo. 

Além disso, comprar a quantidade certa do que precisamos nos ajudará a planejar melhor a compra e não desperdiçar produtos ou dinheiro.

Felizmente, comprar a granel é mais fácil do que nunca e há muitas lojas comprometidos com a sustentabilidade, especialmente nas grandes cidades têm inúmeras lojas que usam essa fórmula de compra e venda, e que vende uma grande quantidade de produtos orgânicos a granel – legumes, frutas e legumes, ovos ou pão.

Se as sacolas plásticas tiverem seus dias contados, é possível que em um futuro não muito distante o restante das embalagens de contaminantes alimentares também.

Estabelecimento preocupados com a sustentabilidade

E muitos estabelecimentos estão se preocupando com a sustentabilidade, e optando pela comercialização de alimentos orgânicos, ou seja, a venda a granel desse tipo de produto está intimamente ligada a um modo de vida não apenas comprometido com a sustentabilidade do tecido econômico local,  mas com o meio ambiente.

Porque comprar a granel?

  ● Sem plástico: os alimentos são exibidos a granel e os clientes trazem seus próprios recipientes. Nem todo mundo sai de casa preparado para isso, por isso é uma boa ideia deixar sacos de papel gratuitos e recipientes de vidro reciclado – ou mesmo tê-los disponíveis para venda.

● Zero desperdício: todos os alimentos definidos para expirar devem ter um destino, como um banco de alimentos.

●a aparência do estabelecimento costuma ser aconchegante, uma vez que os compradores se deparam com tantas lojas cheias de odores artificiais e plásticos. A maneira como o grão é distribuído em lojas com zero resíduos geralmente segue um padrão. 

● Esteja ciente das origens dos produtos: ter uma loja com zero resíduos significa lidar com fornecedores que têm as mesmas prioridades que você. É importante entender as certificações e visitar as fazendas dos produtores para entender os processos que eles usam.

● Produtos locais : um dos atos mais sustentáveis ​​é comprar daqueles que o rodeiam.

É sempre bom lembrar que aderindo a compras a granel você está evitando a produção desenfreada de plásticos cujo destino é simplesmente o lixo.

Apostar na compra de produtos a granel é um daqueles pequenos gestos que são um grande passo para a sustentabilidade. Um passo à frente que, curiosamente, ainda é um passo para trás para fazer as coisas como eram antes de as embalagens e os plásticos estarem fora de nossas mãos.

Além de utilizar sacos de papel é possível também optar pelos saquinhos pequenos de tecido (não sintéticos) além das ecobags. Nós da Green Frog comercializamos ecobags. Pode ser uma escolha mais sustentável para o seu dia  a dia.

Brechós: por que apostar neles?

Falar de consumo mais sustentável sem falar de consumismo é difícil. E quando se trata de roupas, então a conversa fica séria. Mas é realmente possível mudar a nossa rotina de consumidores? No blog trazemos diversas dicas e reflexões que você pode aplicar em seu dia a dia.

Por isso, no texto de hoje vamos falar dos brechós. Por que optar pelos brechós? E sim eles estão na moda e vieram para ficar e contribuir para um consumo mais sustentável, além de ser uma maneira de lutarmos por uma indústria mais responsável.

Consumo de roupas de forma mais consciente

Além do surgimento de marcas mais sustentáveis, os brechós são uma aposta para uma moda mais sustentável.

O consumo de roupa cresceu muito nos últimos anos. Especialmente, as roupas fast fashion  (moda rápida).

Durante décadas, diferentes organizações e profissionais vêm trabalhando em alternativas para esse grande problema, e para descobrir novas matérias-primas mais sustentáveis, fórmulas para a redução de substâncias tóxicas na criação de peças de vestuário, processos de produção mais eficientes e menos poluentes, etc.

O objetivo é claro: conseguir controlar os enormes custos sociais e ambientais envolvidos no desperdício desenfreado e perigoso de roupas, que é produto do consumo acelerado do fast fashion.

Ressurgimento dos brechós

Um brechó é apenas um lugar onde você vende itens usados, por isso é algo com o qual você provavelmente já está familiarizado e provavelmente comprou algumas peças. Existem diferentes tipos de brechós, mas a ideia básica é a mesma: reaproveitar as roupas e diversas outras peças!

Reutilizar roupas é uma prática comum. Muitos usavam as roupas de seus irmãos mais velhos, alguns até as de seus pais quando jovens. Algo que ouvimos mais de uma vez da boca de nossos avós ou pais. 

Mas essa que já foi tradição está ganhando cada vez mais interessados. Os brechós tanto físicos, quanto os online estão ganhando força. Existem lojas dedicadas especificamente à venda dessas peças de vestuário, que foram descartadas por pessoas cansadas da peça, roupas que não servem mais ou simplesmente peças que elas compraram por impulso e não querem mais ter. 

Existem até lojas que procuram roupas ‘vintage’ de grandes marcas e as vendem a preços exorbitantes devido ao seu valor na história da moda. E, agora mais do que nunca, os brechós têm ganhado destaque em todo o mundo.

E com uma preocupação crescente com os efeitos da moda rápida no meio ambiente, as pessoas estão adotando os brechós em sua rotina.

Seu bolso ganha e o planeta

Comprando em brechós, além de ser mais sustentável você também economiza.

O que é verdade é que os benefícios de adquirir roupas de brechó não se limitam à parte ambiental, mas também contribuem para a moda e o estilo pessoal. 

Uma vantagem é que, em troca da compra de uma blusa em uma loja de moda rápida, onde haverá centenas de pessoas com a mesma estampa e estilo, comprar uma blusa em brechó garante, em alguns casos peças únicas.

Outra vantagem é que as roupas ‘vintage’ geralmente têm mais qualidade do que as roupas atuais. Algo que não é nada estranho, já que há dez, vinte ou trinta anos as roupas se tornaram um pouco mais conscientes, com materiais menos baratos e mais resistentes. 

A moda rápida e seu modelo de produção baseado na produção em massa e não na qualidade das roupas em si ainda não haviam chegado com força. Isso garante que, mesmo sendo uma peça de segunda mão, em grande parte dos casos, peças de qualidade durarão muito mais tempo.

Famosas apostam em brechó

Gisele Bündchen já afirmou que é fã de brechós.

O fato de realizar compras no brechó está mudando. Para muitos, quando se falava em brechó se tinha aquela imagem de roupas velhas e com odor não muita agradável. Hoje a realidade é outra. Existem muitos brechós famosos, e inclusive famosas fazem compras nele.

Isso também contribuiu com um velho pensamento de que comprar no brechó é para quem não tem condição. Hoje já não é mais.

Consumo sustentável

Atualmente, a indústria têxtil tomou tanta velocidade que enfrentamos uma situação insustentável para o planeta a médio prazo. As alternativas para se vestir de maneira mais sustentável estão cada vez mais sendo adotadas por mais consumidores.

Nas últimas décadas, a produção e o consumo de moda se multiplicaram em um ritmo vertiginoso. As coleções rodam constantemente, são difíceis de garantir condições dignas de trabalho e respeito ao meio ambiente, e as compras tornaram-se uma de nossas formas mais comuns de lazer. 

Diante dessa situação, alguns usuários preferem tomar medidas e se afastar dessa tendência avassaladora.

Vantagens de comprar no brechó

Há inúmeras vantagens de comprar em brechós. Listamos abaixo algumas delas!

REDUZ O DESPERDÍCIO QUE OFERECEMOS AO MEIO AMBIENTE

Comprar em brechó serve para reduzir o desperdício que prejudica o meio ambiente, uma vez que os materiais com os quais as roupas são feitas são considerados poluentes. 

SEU PREÇO É MAIS BAIXO

Nos tempos em que o objetivo é economizar, vamos começar pelas roupas! Todo mundo gosta de ter roupas diferentes no armário, e acreditamos que a melhor maneira de fazer isso é apostar nos brechós, já que preço pode ser mais baixo.

ROUPAS DE MARCA A PREÇOS MUITO BAIXOS

Continuamos enfatizando a questão do preço. Desta vez, vamos nos referir às roupas da marca. Sempre há uma peça de roupa que nos deixa loucos, mas que o preço apenas nos leva de volta. O que aconteceria se você pudesse comprá-lo por um preço muito baixo? A resposta é ” compre roupas de brechó “, simples assim.

ORIGINAL E DIFERENTE

A personalidade de todos é diferente e isso pode se refletir em nossas roupas. No mundo das roupas de brechó você pode encontrar roupas muito diferentes das que não encontra nas lojas habituais. Pode ser divertido apostar em roupas mais originais.

A PESQUISA PODE SER DIVERTIDA

O mundo das roupas de brechó é imenso, portanto quem está apaixonado por ele tem uma tarefa árdua pela frente: procurar a roupa certa. A melhor recompensa que você pode encontrar é uma peça original e incomum, perfeita para nós.

RECICLAGEM

Continuamos na linha de redução de resíduos. É importante estar ciente da reciclagem e não apenas isso, é importante não desperdiçar nada. Portanto, se você tem uma peça de roupa que deseja remover do armário, não a jogue fora para sempre, pois pode ser a peça perfeita para um brechó ou até mesmo para doação.

E você? Também tem o hábito de ir ao brechó? Nos conte a sua experiência.

Boas compras, e com consciência!

Sacolas Plásticas: por que banir elas?

Falamos em outros texto porque começar a reduzir o plástico. No texto de hoje vamos falar sobre as sacolas plásticas. Elas têm sido frequentemente classificadas como um dos produto mais consumidos no planeta, mas alguns países já estão adotando medidas para banir o uso e ela pode estar com os dias contados. 

Muitos países estão debatendo o uso das sacolas plásticas

Quando se fala do movimento ambiental, o debate sobre a sua proibição é cada vez mais difundido em muitas regiões do mundo, e já existem dezenas de países que impuseram proibições parciais ou totais ao seu uso. 

Sacolas plásticas: presente em nosso dia a dia

Os sacos de plástico são, sem dúvida, um dos produtos mais característicos do século XXI. De um produto relativamente estranho, há apenas 30 anos, tornou-se presente em todos os cantos do planeta, como muitos outros produtos plásticos.

Todos os anos entre 500 bilhões e 1 trilhão de sacolas plásticas são usadas em todo o mundo, o que as torna um dos produtos mais consumidos em todo o mundo. 

Também são produzidas mais de 300 milhões de toneladas métricas de plástico, das quais aproximadamente 40 a 50% destinam-se a plásticos descartáveis ​​(garrafas, invólucros, bolsas, etc.). Em geral, o plástico representa 12% dos resíduos sólidos do mundo, portanto, não é difícil imaginar por que sua proibição se tornou um dos principais objetivos do ambientalismo.

Países que já proibiram as sacolas plásticas

Alguns países já implementaram práticas para diminuir o seu consumo.

Até o momento, 127 países já introduziram medidas restritivas ao uso de sacolas plásticas, desde a proibição total a impostos especiais, passando por restrições à sua comercialização. Em 2002, Bangladesh foi o primeiro país a proibir o uso de sacolas plásticas por causa dos problemas que causaram em seus sistemas de drenagem no meio ambiente.

Esse custo econômico, social e ambiental já está sendo sofrido e calculado. Em todos os continentes do mundo, cresce a preocupação com a produção de plásticos. 

Sua redução não é uma tarefa fácil, e há várias razões: mudar hábitos sempre leva tempo, criar consciência sobre produtos que aparentemente tornam nossa vida “mais fácil” também e, além disso, qualquer ação que tende a parar o consumo.

O plástico é uma ameaça direta ao setor de petróleo, que depende do crescimento do setor petroquímico – e da fabricação de plásticos derivados dele – para o crescimento sustentado da demanda de petróleo no mundo.

Na América Latina, estima-se um consumo anual de 24 milhões de toneladas por ano de plásticos. Desse total, os principais consumidores são Brasil e México, onde cada um contribui entre 7 e 8 milhões de toneladas por ano.

A indústria do plástico teve um forte crescimento nas últimas décadas, que foi reforçado com os diferentes usos em que é usado.. É assim que Argentina, Chile e México ocupam os três primeiros lugares do mundo, em consumo de refrigerantes per capita, deixando os Estados Unidos em quarto lugar.

Em outro exemplo, apenas o Chile consome mais de 3.400 milhões de sacolas plásticas por ano, o que é improvável para os quase 20 milhões de pessoas que vivem em seu território.

Esses números são apenas um exemplo de como a indústria do plástico começou a avançar timidamente para se tornar um objeto onipresente que leva milhares de anos para se degradar e gradualmente colonizou oceanos, vales, rios e montanhas, com desastres e consequências para a flora e fauna.

Exemplo na prática

A Alemanha pretende proibir o uso de sacolas plásticas descartáveis ​​que são oferecidas em caixas de armazenamento a partir do próximo ano, de acordo com um projeto do Ministro do Meio Ambiente.

Hoje, existem dezenas de cidades, regiões e países que perceberam o problema que essas trocas representam. E é por isso que eles implementaram regulamentos para reduzir a grande quantidade de resíduos plásticos que geram. Muitos países africanos e asiáticos, como Ruanda em 2008 ou Bangladesh em 2002, já os proibiram.

De fato, o problema das sacolas plásticas é a luta mais significativa que ocorre contra a plasticização do nosso planeta. E esses resíduos têm um tremendo impacto na natureza.

Por que sacolas plásticas poluem tanto?

Dezenas de cidades têm trabalhado em iniciativas destinadas a reduzir o consumo de sacolas.

Tudo começa no momento de sua fabricação. É muito poluente devido à sua grande necessidade de consumo de energia e ao uso de vários produtos químicos tóxicos.

Então, uma vez consumido, seu impacto também é dramático. Flutuando no mar, eles poluem gradualmente as águas e os solos e são responsáveis ​​pela morte de milhares de animais. Por exemplo, as tartarugas marinhas ingerem os sacos confundindo-os com água-viva e, em seguida, não têm capacidade para evacuá-los.

E isso não afeta apenas os animais marinhos. Na capital da Mauritânia, 70% do gado morto é o resultado da ingestão de sacolas plásticas. Obviamente, esta situação tem um impacto direto nas condições de vida da população, bem como na qualidade dos solos e da água.

E a reciclagem?

Por fim, é importante lembrar que a reciclagem de plástico ainda não pode ser considerada uma solução.  Além disso, a reciclagem de sacos plásticos de baixa densidade é muito complicada. 

Muitas vezes elas não são recicladas, mas vão diretamente para os incineradores. Portanto, a questão não é saber qual é a solução para a quantidade abismal de sacolas que usamos, mas encontrar uma maneira de parar de usá-las.

Por isso, em sua rotina você pode optar pelas sacolas de pano. Também conhecidas como ecobag, você as pode levar para todo lugar que vai. É uma opção prática para adotar em seu dia a dia.

A Green Frog tem para venda ecobag e essa pode ser uma escolha sustentável para o seu dia a dia. Elas são reutilizáveis, podem ser facilmente lavadas, e ainda suportam mais peso que as de plástico.

O pequeno grande vilão: o microplástico

Se tem uma coisa que podemos falar sobre o nosso blog é que somos incansáveis em alertar os nossos leitores a respeito dos impactos ambientais causados pelos plásticos. Não à toa, buscamos agir ativamente e trazer soluções à questão, como é o caso do nosso canudo biodegradável. Mesmo assim, considerando os nossos inúmeros esforços em apontar os danos deste material ao meio-ambiente, é inegável que o assunto precisa ser constantemente discutido, ainda mais tendo em vista à existência de um pequeno grande vilão que a maioria negligencia: o microplástico.

Os perigos do plástico e a problemática do microplástico.

Não há dúvida de que o plástico é um dos grandes desafios do planeta. De baixo custo e de praticidade altíssima, tornou-se, praticamente, onipresente no consumo diário. Seja nas embalagens dos produtos que você compra, seja no canudo ou nos talheres descartáveis, seja na sacola plástica do supermercado, seja até mesmo no cotonete: o plástico está, definitivamente, em todo lugar! 

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O pequeno grande vilão do meio-ambiente que a maioria negligencia: o microplástico.

No entanto, embora o material tenha as qualidades acima apontadas, são imensos os impactos ambientais que o plástico proporciona ao mundo. Além de levar em torno de 200 anos para se decompor integralmente, ou seja, para desaparecer no planeta, estima-se que apenas 35% do plástico consumido são descartados após 20 minutos de uso. Ou seja, é um enorme dano ao meio-ambiente cujo custo x benefício é altíssimo.

O buraco fica ainda mais embaixo quando falamos sobre o microplástico. No nosso texto sobre como passar um carnaval sustentável, rapidamente citamos o quão problemática é a questão. Isso porque, além de ter todos os impactos ambientais de um plástico tradicional, o fato do microplástico ter um tamanho muito reduzido faz com que seja possível de recolhê-lo, sendo, então, carregado pela chuva para mares e rios, impactando toda a fauna aquática.

O que são os microplásticos

Os microplásticos nada mais são do que minúsculas partículas plásticas, que medem entre 1 e 5 milímetros. Sua origem é o mau descarte de material plástico, que vai se decompondo com os efeitos naturais soltando as micropartículas; lavagem de roupas de fibras de plástico como o poliester; vazamento de matéria primária de plástico, tintas, cosméticos esfoliantes industriais, glitter, entre muitos outros.

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Pois é, até mesmo o glitter, um microplástico que no carnaval parece ser tão inofensivo, causa um dano enorme ao meio-ambiente.

Como já falamos acima, o destino final desse material é, muitas vezes, os mares e os rios. Com isso, esse microplástico está sendo ingerido por animais aquáticos, prejudicando toda a cadeia alimentar e colocando diversas espécies em perigo. Aliás, dentre essas espécies, o próprio ser humano, uma vez que estamos digerindo indiretamente o microplástico quando comemos peixes e frutos do mar. E aí, já parou para pensar nisso?!

Mas calma que ainda tem mais…. O microplástico não está apenas na nossa alimentação, como também no ar que respiramos, na água que bebemos, nas roupas que vestimos e em tantos outros lugares. E não há nem como contestar isso, porque o pesquisador austríaco Philipp Schwabl já confirmou o que muitos desconfiavam: sim, o plástico está chegando ao intestino humano.

Logo, não é de se espantar a afirmação de que a presença de microplásticos no organismo humano está afetando diretamente a nossa saúde. Além de haver o risco óbvio de se absorver produtos químicos tóxicos e patógenos por meio da ingestão indireta do material, essas pequenas substâncias são acumuladas no trato gastrointestinal, interferindo na resposta imunológica do intestino.

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Tendo em vista os diversos danos ambientais, assim como para a nossa saúde, já está mais do que na hora de eliminarmos de vez o plástico de nossas vidas.

E para você não ter mais dúvidas a respeito da gravidade do microplástico, existem estudos com animais que mostram que partículas do material são capazes de entrar na corrente sanguínea, no sistema linfático e de atingir até o fígado. Além disso, também demonstraram que o microplástico pode causar danos intestinais, alteração nas vilosidades intestinais, distorção da absorção de ferro e estresse hepático. Ou seja, já está mais do que na hora de eliminarmos de vez o plástico de nossas vidas, não é mesmo?!

E então, o que fazer?!

Diante de tudo que já falamos sobre o microplástico, não há dúvidas de que é preciso sim mudarmos o nosso comportanto tanto em prol do meio-ambiente como em prol da nossa própria saúde. Por isso, fica a questão: o que fazer agora?! Se você não sabe, fique tranquilo porque daremos as dicas agora mesmo! Bora lá?!

1) Diminua o plástico na sua vida: é, com certeza, a dica mais óbvia de todas, mas não tem jeito. A redução do consumo do material se faz mais do que importante – ela é necessária. Para isso, seja um adepto do lixo zero como estilo de vida. No nosso blog, há diversas publicações que irão lhe ajudar no processo.

Não tem jeito: para mitigar a problemática do microplástico, é fundamental reduzir o consumo do plástico em geral.

2) Troque os tecidos de fibra sintética, por algodão orgânico: além do fato de que, ao fazer essa troca, você estará reduzindo o consumo de plástico, há outros detalhes importantes sobre a indústria têxtil que você precisa saber. Para entender mais, não deixe de ler o nosso texto sobre moda sustentável.

3) Reutilize tudo que puder e dê novos significados aos objetivos, utilizando o conceito de upcycling a seu favor.

4) Opte por materiais biodegradáveis, que, dentre 90 dias, já não estarão mais no mundo, como é o caso do papel ou plástico feito com resíduos de mandioca.

5) Recicle, recicle e nunca deixe de reciclar! E sempre opte por materiais que são mais fáceis de serem reciclados, como o aluminío, por exemplo, que chega a ser mais de 90% do seu material reciclado no Brasil.

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Mais de 90% do aluminío consumido no Brasil é reciclado, então sempre opte por estes materiais em vez de plástico.

E aí, ficou convencido em largar de vez o uso de plástico, tendo em vista que a questão pode ser ainda mais problemática graças à existência do microplástico?! Se sim, então junte-se à força e faça desse mundo um lugar melhor para nós e para as nossas futuras gerações.

Ativistas do meio-ambiente: 5 pessoas que estão mudando o mundo para melhor

Falar hoje em sustentabilidade parece até ser clichê, não é mesmo?! De repente, de uma hora para outra, pessoas estão opinando sobre as questões que envolvem o tema, como foi o caso do aumento das queimadas da Amazônia que ocorreu em 2019. No entanto, como diria o ditado popular, “falar todo mundo fala”. A questão é: quem realmente está fazendo algo para deixar um mundo melhor para nós e para as gerações futuras? Pois é, eis a questão! Então, pensando nisso, selecionamos 5 ativistas do meio-ambiente que estão, de fato, agindo em prol do planeta.

1. Boyan Slat

Um dos ativistas do meio-ambiente mais famoso dentre todos é o holandês Boyan Slat, que, com apenas 18 anos de idade, criou a empresa The Ocean Cleanup, cujo objetivo era recuperar as águas do oceano em apenas cinco anos. Para isso, o jovem desenvolveu uma máquina capaz de limpar todo o plástico dos mares, que já se acumula mais de 7 milhões de toneladas do material, dentro desse período. Parece algo improvável criar um mecanismo desse tipo, né? Mas Boyan conseguiu, por incrível que pareça!

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O jovem holandês Boyan Slat criou a empresa The Ocean Cleanup, cujo objetivo é limpar os 7 milhões de toneladas de plástico do oceano num período de apenas cinco anos.

Para se ter ideia da dimensão do problema que Boyan Slat quer enfrentar, a Organização das Nações Unidas (ONU) diz que 80% de todo o lixo marinho é formado por plásticoPara piorar, até 2050, afirma o órgão, a quantidade de plástico vai superar a de peixes. No entanto, essas informações não desestimularam o jovem ativista, que acabou criar um sistema para interceptar plástico dos rios, o The Interceptor. Diferentemente do projeto anterior, a ideia do novo mecanismo é interceptar o plástico antes mesmo de que ele chegue aos oceanos. Com isso, o trabalho de limpeza seria reduzido significativamente. Genial, não?!

2. Danielle Fong

Outro nome de destaque dentre os ativistas do meio-ambiente é o da Danielle Fong. Cientista e empreendedora canadense, ela é co-fundadora e cientista chefe da LightSail Energy, uma startup fundada em 2008 de tecnologia de armazenamento de energia de ar comprimido localizada em Berkeley, Califórnia. Com isso, haveria um armazenamento barato e abundante de energia, que pode mudar a natureza da rede elétrica e transformar a energia eólica e solar intermitente em energia de base.

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Danielle Fong é co-fundadora e cientista chefe da LightSail Energy, uma startup fundada em 2008 e que já recebeu investimentos financeiros de figuras como Peter Thiel, Bill Gates e Vinod Khosla.

A ideia atriu tanto os bilionários interessados pelo tema da sustentabilidade que, em fevereiro de 2016, a LightSail havia levantado aproximadamente US$ 70 milhões, havendo em seu rol de investidores personalidades como Peter Thiel, Bill Gates e Vinod Khosla.

3. Vanessa Nakate

Nascida em 1996, a jovem Vanessa Nakaté é uma ativista de Uganda que ficou internacionalmente conhecida depois de sentir o racismo na pele ao ter sido cortada em uma foto publicada pela agência de notícias Associated Press que reunia ela junta de outras ativistas (brancas, no caso) durante atividade no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Uma pena, pois esse caso acabou sendo maior do que seu trabalho em prol do meio-ambiente.

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Uma das ativistas do meio-ambiente, Vanessa Nakate tornou-se a primeira jovem a organizar as chamadas greves pelo clima em Uganda, chegando a participar de eventos importante sobre o tema.

Pois bem, mas vamos dar destaque ao que interessa, não é mesmo? Aos 22 anos, Vanessa Nakate tornou-se a primeira jovem a organizar as chamadas greves pelo clima em Uganda, em janeiro de 2019, inspirada pelo movimento iniciado um ano antes por Greta Thunberg. A partir de então, a ativista atraiu outros jovens para os protestos e fundou o The Rise Up Movement, rede de movimentos de jovens que pede ação climática em países da África. Ao ganhar evidência, participou da COP-25, conferência do clima na Espanha, em 2019, e do Fórum Econômico Mundial, no início de 2020.

4. Steph Gabriel

Steph Gabriel é uma ativista, empresária e cientista marinha, que, em 2014, fundou a OceanZen, uma empresa que vende roupas de banho feitas de garrafas plásticas e redes de pesca deixadas no oceano. Com o lema “salvar o oceano, um biquíni ao mesmo tempo”, sua abordagem ecológica dos negócios incentiva as pessoas a pensarem sobre o uso do plástico e o futuro do planeta.

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Steph Gabriel uniu sua paixão pela moda e seu conhecimento científico sobre a vida marinha para criar a marca OceanZen, cujos produtos são feitos com garrafas plásticas e redes de pesca deixadas no oceano.

A ideia da empresa de moda sustentável surgiu depois da Steph Gabriel morar nas Ilhas Cayman e trabalhar com arraias selvagens. A partir daí, ela começou a aprender sobre os impactos humanos no oceano, principalmente no que diz respeito aos plásticos descartados nos mares e como eles prejudicavam a vida marítima. Foi justamente nesse momento em que nasceu a OceanZen, cuja sede está na Austrália. Para quem se interessou pelos seus produtos, a boa notícia é que é possível comprá-los ​​de qualquer parte do mundo, pois eles são enviados globalmente!

5. Leonardo Miranda

O único brasileiro da nossa lista se chama Leonardo Miranda. O jovem com pouco mais de trinta anos, nascido na cidade de Botucatu, interior de São Paulo, mas atualmente morando no Rio de Janeiro, é um dos co-fundadores do projeto Bullying Do Bem, criado em dezembro de 2018, cujo principal objetivo é retirar os lixos acumulados nas praias cariocas.

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Leonardo Miranda é um dos co-fundadores do projeto Bullying Do Bem, cujo principal objetivo é retirar os lixos acumulados nas praias cariocas.

O instagram do projeto conta atualmente com pouco mais de 5.000 seguidores, que estão engajados nas chamadas dos multirões da limpeza. Com a filosofia de que 1 > 0, o Bullying do Bem também ampliou as suas ações, levando comida a moradores de rua, recolhendo livros para doar e dentre tantas outras coisas. A causa é tão grande que já moveu inclusive artistas, como é o caso da atriz Isabella Santoni.

Não deixe de comentar sobre os ativistas do meio-ambiente

O nosso texto chegou ao fim, mas não deixem de comentar sobre os ativistas do meio-ambiente. Além disso, também deixem indicações de nomes de outras pessoas que estão deixando um mundo melhor para todos. Quem sabe assim, nós ficaremos cada vez mais inspirados a lutar por um planeta mais sustentável, não é mesmo?!

Horta caseira: tenha uma em casa e faça do seu lixo o melhor amigo de suas plantas

Em um Brasil com a lista de agrotóxicos permitidos na agricultura só aumentando, ter uma horta caseira passou a ser uma questão a quem se preocupa em consumir menos venenos. Seja uma hortinha de temperos, vegetais, legumes e, por que não?!, frutíferas, produzir o próprio alimento é uma experiência que todos deveriam ter. E o melhor: o seu lixo pode se tornar seu melhor amigo nessa jornada. Saiba mais!

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Horta caseira é uma ótima aliada a quem deseja fugir dos agrotóxicos ingeridos por meio da alimentação

Horta caseira: por que ter uma?!

Além de ser incrível a sensação de produzir o próprio alimento, ter uma horta caseira só há benefícios. Você passa a ter maior contato com a natureza, observando todo o ciclo de vida daquilo que irá futuramente ao seu prato. Desde a muda até o amadurecimento, você acompanha todo o processo, criando laços com sua planta – o que torna tudo tão mais prazeroso.

Desse laço afetivo criado, você também passa a prestar mais atenção no que ingere. Ou seja, ter sua própria horta caseira faz com que você se alimente melhor e ainda comece a buscar por produtos alimentícios de maior qualidade. Resultado: mais saúde na sua vida. E quem não quer isso, não é mesmo?!

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Com certas artimanhas, é possível ter sua horta caseira a de maneira mais simples e fácil.

No entanto, embora muitos desejem ter seu cantinho de alimentos orgânicos, há uma grande parcela daqueles que ficam apenas na ideia. Isso porque há quem acredita que produzir seu próprio alimento vai lhe proporcionar uma demanda de trabalho que não é possível encaixar no dia-a-dia. Sim, isso pode ser verdade, mas há algumas artimanhas que torna tudo mais fácil.

Os grandes aliados para quem não tem tempo

Embora a ideia de produzir o próprio alimento possa proporcionar uma imagem um tanto quanto trabalhosa, ela não é tão verdadeira assim. Sim, cuidar da sua horta caseira necessita um pouquinho de sua atenção, mas, como já dissemos, com certas artimanhas é possível ter suas verdinhas em casa de maneira mais simples.

Por exemplo, um grande aliado a quem não tem tempo é o vaso autoirrigável. Pois é! Como o nome próprio já diz, o vaso possui uma estrutura que ele mesmo proporciona água à horta caseira conforme a sua demanda. Ou seja, o único trabalho que você terá é encher o recipiente de água desse vaso, em média, a cada semana e depois é só ficar de olho. Não tem mais fácil!

Outro grande aliado é ter em casa os verdinhos que praticamente cuidam de si só, como é o caso da grande maioria dos temperos. Além de durar por mais tempo, eles são bem mais resistentes e menos sensíveis às mudanças de clima, de exposição de sol e dentre tantas coisas que interferem diretamente no sucesso de uma horta caseira. Mas não fique triste se um dia eles forem embora: assim como todo ser vivo, os temperos também nascem e morrem.

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Os temperos é um ótimo verdinho para quem deseja começar a horta caseira e não tem tempo.

Enfim, embora haja uma lista grande de aliados a quem não tem tempo de cuidar da horta caseira, como é o caso do vaso autoirrigável e da escolha certa dos verdinhos, há um que fará toda a diferença nesse processo de produção do próprio alimento. Eis que lhe apresento a composteira!

Fazendo do seu lixo o melhor amigo da sua horta caseira

Nós já falamos da compostagem nesse artigo aqui, mas é preciso reforçar a importância desse processo, principalmente a quem deseja ter uma horta caseira. Isso porque, além de diminuir os resíduos gerados, você transformará o seu lixo em um adubo incrível para as suas plantas. Ou seja, você não deixa lixo para o mundo e, ainda, ganha um super aliado para a sua hortinha orgânica.

Mas antes de entender como funciona a compostagem, é preciso começar pelo básico. Só assim você entenderá o porquê do aderir a essa ideia de vez, principalmente se quiser realmente cair no mundo da horta caseira. Então, vamos lá!

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Composteira: amiga do meio-ambiente e da sua horta caseira

A primeira coisa que precisa saber para ter sucesso na sua hortinha é que ela precisa de, basicamente, sol, água e de uma alimentação especial de tempos em tempos. Essa alimentação, no caso, é o adubo, que pode ser de diversas formas: NPK, bokashi, húmus de minhoca, farinha de osso e por aí vai. Uma das opções, no entanto, é a terra produzida pela compostagem de seu próprio alimento.

E como isso funciona? Simples! Basta separar todo o seu lixo orgânico, incluindo cascas de ovos, e colocá-los em uma composteira feita especialmente para isso. Para acelerar o processo, um bom aliado são as minhocas californianas, que irão se alimentar desse resto de alimento e defecar, gerando o húmus de minhoca. Parece nojento, mas saiba que é um dos melhores adubos existentes!

Depois de uns dois meses em média, adicionando sempre seu resíduo orgânico à composteira e mexendo a mistura em seguida, você terá o seu próprio adubo. Ou seja, além de economizar dinheiro, você também economizará tempo, já que não será necessário ir a nenhuma área loja especializada em jardinagem. O alimento da sua horta caseira será produzido em sua própria casa!

Minhocas californianas
AS minhocas californianas auxiliam no processo de compostagem

Aí o resto é tão simples quanto. Basta colocar esse solo rico em nutrientes em cima da terra da sua horta caseira, regar e voilá! Sua hortinha estará devidamente alimentada e cuidada, sem grandes trabalhos. Ah, e não se esqueça: somente resíduos orgânicos, tá?! Nada de colocar restos de animais ou derivados de, a não ser pela casca de ovo; afinal, ninguém quer atrair bichos não desejados, não é mesmo?!

Seja feliz com sua horta caseira

Ter uma horta caseira, produzindo seu próprio alimento, é, além de um ato de “rebeldia” à indústria do agrotóxico, o maior ato auto cuidado que você poderia ter. Ingerir aquilo que suas próprias mãos produziram com muito zelo é ingerir saúde, mas é principalmente ingerir amor próprio. Sendo assim, embarque de vez na ideia da horta caseira e seja feliz! Seu corpo lhe agradece!

Canudo de plástico biodegradável: você pode estar sendo enganado!

O ano é 2019 e, finalmente, a proibição do canudo de plástico em bares e restaurantes passa a ser regulamentada, como é o caso do estado de SP. No entanto, com isso, muitas empresas começaram a tentar dar o seu famoso jeitinho “brasileiro” para continuar com suas vendas: enganando seus consumidores. Como?! Falando que seus canudos de plásticos são biodegradáveis. Mas atenção! Isso não existe – e eles também estão proibidos!

Canudo de plástico biodegradável: uma farsa à venda

Como tudo começou: a guerra contra os canudos de plástico

Alguns de vocês, nossos leitores, devem se lembrar de um vídeo que circulou há alguns anos de uma equipe de biólogos salvando uma tartaruga que estava com um canudinho preso dentro do seu nariz. Se quem não viu e se interessou a ver, basta clicar aqui, mas já logo vamos avisando que as cenas são bem chocantes e fortes. É para poucos!

Pois bem, desde então, o furor em torno do canudo plástico aumentou consideravelmente – e com razão, é claro! Ele representa 4% de todo o lixo plástico do mundo, o que é bastante significativo – e péssimo – por si só. Além disso, o canudinho é composto por polipropileno e poliestireno (plásticos), elementos não biodegradáveis, podendo levar até mil anos para se decompor no meio ambiente!

O canudo representa 4% de todo o lixo plástico do mundo.

No entanto, na contramão do senso comum, há quem fale que o canudinho é reciclável e que plástico não faz mal à saúde. Uma falácia das grandes! Como falamos nesse texto aqui, de todo o consumo plástico no Brasil, apenas 1% é reciclado. Ou seja, praticamente nada! E sobre o plástico não fazer mal à saúde, não precisamos nem comentar sobre esse tamanho absurdo…

De qualquer forma, além disso, tem outra questão importantíssima a ser ressaltada. Ainda que descartado corretamente, o canudo de plástico tem grandes probabilidades de escapar pelo meio do caminho por ser algo leve e pequeno. Com isso, ele será carregado pela chuva para mares e rios, impactando toda a fauna aquática. O impacto – negativo, diga-se de passagem – disso a gente já sabe, né?!

Muita atenção nas informações que você acredita!

Como já dissemos acima, há quem fale que o canudo de plástico é reciclável e, por isso, não causa tantos danos ao meio-ambiente. Com muito custo, ele pode até ser reciclado, mas acontece que falas como essas abrem margem para que empresas do ramo, cujo maior interesse é em seu próprio lucro, por mais que isso seja em detrimento do meio-ambiente, espalhem falsas verdades.

A questão que fica para você, tanto consumidor como empreendedor, que está ligado a causas ambientais e/ou que não quer levar multas por não cumprir a legislação, é: mas então, em quem acreditar? Calma que logo nós iremos te dar o bê-a-bá do que você precisa saber para tomar decisões corretas e não acreditar em falsas boatarias de quem quer lucrar acima de tudo.

Canudo de plástico biodegradável é tão ruim quanto e seu fornecimento também está proibido.

Para começar, você primeiro precisa saber sobre quais inverdades estamos citando. A maior delas – e a mais perigosa, no caso – é sobre a história de haver um canudo de plástico biodegradável. Pode ser completa ilusão acreditar nisso!

Tudo começou com o burburinho que houve em torno do canudo de plástico e, em seguida, a sua proibição na legislação de alguns municípios e estados. Ou seja, pela lei de alguns lugares, como é o caso do Estado de São Paulo, o fornecimento do tradicional canudinho nos estabelecimentos comerciais passou a ser proibido. No entanto, nada se falava sobre os canudos biodegradáveis, permitindo, então, o seu uso.

A liberação do canudo biodegradável, que passou a ser a solução ecológica do canudo de plástico, tornou-se, no fim, uma brecha para algumas empresas não tão bem intencionadas. Isso porque elas passaram a distorcer informações em prol próprio, vendendo o tal “canudo de plástico biodegradável”. Como você verá logo abaixo, tudo isso não se passa de um jogo de marketing.

Canudo de plástico biodegradável é fake news?

Pegando o gancho do título da Laguna Ambiental, canudo de plástico biodegradável é sim uma fake news! Embora existam plásticos biodegradáveis, feitos a partir de resinas de amido de mandioca, milho ou batata, que resultam em um material 100% orgânico, muitas das marcas que vendem os tais canudos não utilizam esse material para a fabricação de seus produtos. Na verdade, elas prometem tecnologias que aceleram o processo de degradação.

Está aí, parece que está tudo ok, não é mesmo?! Mas o que ninguém diz, ou melhor, contradiz é o argumento de que os plásticos biodegradáveis não são tão inofensivos assim. Vejamos juntos o porquê!

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Plástico oxibiodegradável não é alternativa para o material do canudo de plástico tradicional.

Aos fatos: para que o canudo de plástico “biodegradável” se desintegre, ele precisa ser feito com um material chamado plástico oxibiodegradável. Esse, por sua vez, recebe um aditivo pró-degradante e, por isso, tem sua fragmentação acelerada por influência de oxigênio, luz, temperatura e umidade, ocorrendo, então, o que muitos chamam de decomposição. No entanto, é preciso deixar claro que, embora o nome engane, um plástico oxibiodegradável não significa que ele seja biodegradável.

O plástico oxidegradável necessita do oxigênio para ser degradado, pois o processo é acelerado pela incidência da luz e do calor, enquanto que, para ser considerado biodegradável, é preciso que o plástico seja decomposto por bactérias. E, como já dissemos, o que determina a condição de oxidegradabilidade (degradação pelo oxigênio) de um plástico é a utilização de aditivos chamados de pró-degradantes. No caso dos biodegradáveis, as próprias características do material provocam sua rápida decomposição, não necessitando de nenhum elemento a mais.

No entanto, o detalhe principal que você precisa saber sobre o plástico oxidegradável é quanto à sua decomposição. Na verdade, quando um canudo de plástico deste material se desintegra, ele se fragmenta em microplásticos e, assim, continua contaminando o solo e os oceanos. Ou seja, o problema dos plásticos comum ainda permanece!

Opiniões quanto ao plástico oxidegradável

Algumas referências no assunto são críticas quanto ao uso do plástico oxidegradável , como é o caso do Francisco Graziano, ex-secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Ele, por exemplo, questiona os riscos da fragmentação do composto em partículas invisíveis a olho nu e das emissões de gases de efeito estufa associadas à degradação, além da contaminação do solo por metais e outros compostos.

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O plástico oxidegradável não é tão eficiente quanto se diz ser.

Além dele e de outras críticas, existem também pesquisas que mostram por A + B que o plástico oxidegradável não é tão eficiente quanto se diz ser. Um exemplo de estudo que contradiz o senso comum é o artigo “DEGRADAÇÃO DE SACOLAS PLÁSTICAS CONVENCIONAIS E OXIBIODEGRADÁVEIS“, publicado pela Universidade Federal de Santa Maria. Conforme consta em seu resumo:

“Notou-se que as sacolas convencionais e oxibiodegradáveis apresentaram perda de
massa, porém ambas apresentaram comportamento similares frente às intempéries. As sacolas oxibiodegradáveis não apresentaram degradação total durante o período de estudo (12 meses).”

Ou seja, você empreendedor ou consumidor: esqueça qualquer tipo de canudo feito com plástico oxidegradável, pois, embora os nomes sejam parecidos, ele não é biodegradável e causa grandes danos à natureza!

Cuidado! Biodegradação é uma coisa e reciclagem é outra completamente diferente

Para acrescentar no seu bê-a-bá do que você precisa saber para não cair em falsas boatarias, também é fundamental saber a diferença entre um produto biodegradável e o que é um produto passível de ser reciclado. Isso mesmo! Além de ter a preocupação em não adquirir um falso canudo de plástico biodegradável, pensando que está fazendo o correto, é preciso não fazer confusão com os significados das palavras reciclagem e biodegradação para não ser enganado mais uma vez.

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É preciso saber a diferença entre reciclagem e biodegradação para não se enganar.

Entenda o seguinte: com esse pequeno espaço dado pela lei a respeito dos canudos biodegradáveis, muitas empresas que fabricavam canudos de plástico recicláveis passaram a utilizar o termo “canudo de plástico biodegradável” por puro marketing e propósito comercial. Ou seja, elas mantiveram a mesma composição do produto, mas com um discurso diferente e mais “ecológico”. Discurso esse para inglês ver.

A grande verdade é que elas passaram a vender o famoso gato por lebre, ou seja, diziam que estavam vendendo canudos biodegradáveis, enquanto vendiam produtos que apenas eram passíveis de serem reciclados. Por isso é tão importante que você saiba distinguir o que é produto biodegradável e o que é um produto passível de ser reciclado.

Então, vamos logo aprender de vez a diferenciar uma coisa da outra! Os produtos biodegradáveis são aqueles compostos por itens orgânicos e que irão se desintegrar em pedaços menores que 2 mm em até 90 dias. Eles podem ser colocados em uma composteira, por exemplo, que é o lugar mais propício para a sua decomposição, e, dentre de três meses, terá sido pelo menos 90% desintegrado. E é isso justamente o que NÃO ocorre com o canudinho feito com polipropileno e poliestireno, pois eles não se decompõem em um curto período de tempo. (e como vimos, tampouco acontece com o plástico oxidegradável).

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Produto biodegradável não significa produto que pode ser reciclado.

Em contrapartida, produtos passíveis de serem reciclados são aqueles que podem se desintegrar totalmente, mas por meio de um processo transformativo. Ou seja, há a necessidade de uma intervenção para que o ciclo daquele material se encerre, não bastando colocá-lo em um ambiente propício para isso. Logo, fica mais do que claro que um produto biodegradável nada tem a ver com um produto que pode ser reciclado, não é mesmo?

Canudo de plástico biodegradável não é uma solução!

Como já aprendemos ao ler esse texto até aqui, o canudo de plástico biodegradável não é uma alternativa ao canudinho tradicional e está, inclusive, proibido em alguns lugares, como é o caso de Santos. Na cidade, o empreendedor que utilizar esse tipo de produto estará sujeito a multas que variam de R$500 a R$1 mil.

Qual seria, portanto, a solução para não utilizar mais o canudo de plástico? A primeira delas é cortar de vez esse item nos seus costumes; no entanto, há muitos que não conseguem por questão de higiene e saúde, por exemplo. Nesses casos, opções bem interessas são os canudos biodegradáveis, mas sem o “de plástico” na descrição, como é o caso dos produtos da GreenFrog. Feitos de papel 100% biodegradáveis, esses tipos de canudos são os melhores amigos da natureza!

Canudos biodegradáveis feitos de papel, por exemplo, são as melhores alternativas.

Então, você já sabe, né, nada de cair nesse papo furado de canudo de plástico biodegradável e muito menos no papo de que o canudinho tradicional pode ser reciclado. A melhor opção em prol do meio-ambiente são aqueles produtos feitos com material orgânico, 100% biodegradável. Você usa uma vez e pode dar tchau ao seu canudo em menos de 90 dias! Melhor dos mundos, não?!